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Wednesday, July 30, 2014

#validade

há muito tempo atrás escrevi isto.

e hoje, no Facebook, encontrei esta imagem com o título Validade das coisas
tb podem ver aqui

(somos mesmos) todos diferentes e todos iguais


Tuesday, July 29, 2014

quando estiver interessada num rapaz

vou começar a perguntar se tem irmãs!
http://elitedaily.com/dating/mans-brotherly-love-may-beneficial-relationship/648571/
aparentemente dá jeito!



Thursday, July 24, 2014

como não se encaixar num categoria

existe esta música

Sam Smith - Stay With Me

que tem esta letra

Guess it's true, I'm not good at a one-night stand

e eu quando a ouvi pela primeira vez:
1º não sabia quem era
2º pensei: "eu não estou a ouvir um homem a dizer isto"
3º pelo voz pensei que ele era preto (mais branco cor de lixívia à boa moda de um inglês não podia ser)

parece que, afinal todos os dias há pessoas e histórias que nos mostram constantemente que nem tudo o que parece é.


Monday, July 21, 2014

a cultura do imediato

Disclosure - Latch feat. Sam Smith (Official Video)

a cultura do imediato:

* molda a forma como as pessoas se relacionam
* faz com que hajam mal entendidos
* impede-nos de sermos nós próprios por receio de sermos gozados ou incompreendidos
* eu-sei-lá

porquê?
talvez porque nem todos temos a capacidade de nos colocar no lugar do outro.
porque o que para uns é percebido como indiferença, para outros é timidez

e demora tempo a conheceres alguém. e nós não estamos para isso.

esta música é o exemplo perfeito daquilo que se procura hoje em dia, sem se ter a noção que há muito trabalhinho por trás para aquelas situações (do video) se darem. neste vídeo não sabes se há historial por trás, o que vês é que duas pessoas se olham e pumba, beijos e cenas e o camano. assim também eu.

não digo que não acontece. só digo que não é assim para todos.


Saturday, July 19, 2014

palavra-chave: devagar

Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar.

continuo na ignorância mas ao menos agora já sei que vou ter de adoptar uma atitude de alentejana...

sempre ouvi dizer que devagar se vai ao longe.
ou isso ou também se poderá dizer: de (algo que tem que) vagar.


Friday, July 18, 2014

o que os meus amigos me ensinam II

portanto....

"o nosso coração está ligado ao intestino,
por isso, amar é uma merda."

....


Thursday, July 3, 2014

que vozeirão - parte II


atentem na voz
e na letra!

I'd tell myself you don't mean a thing,
But what we got, got no hold on me
But when you're not there I just crumble
I tell myself I don't care that much,
But I feel like I die 'til I feel your touch,

Only love, only love can hurt like this,
Only love can hurt like this
Must have been a deadly kiss
Only love can hurt like this


Thursday, June 19, 2014

já disse que odeio o Facebook? [tudo ao molho e fé em deus]

sei que já.

bem, sou capaz de não ter dito que ODIAVA, devo ter dito que era mau para a saúde, algo a evitar.
tipo tabaco. ou álcool. daquelas coisas que não se devem consumir em grandes quantidades, sabem?

chocolate é que não. chocolate é para comer a todos os dias.

ah! é verdade, fui à avaliação no ginásio outra vez. de abril para cá perdi 100g!

100 gramas!!!


Monday, June 9, 2014

a história mais velha de sempre

e repete-se, over and over again... :)

"Jack was interested in biology, I was interested in Jack, ergo I was interested in biology."

o resto do artigo aqui


Tuesday, May 6, 2014

até o amor já passa recibos verdes

foi uma ideia que me veio à cabeça há um dia atrás.
(que isto de ir de férias serve para muita coisa)

o lado negro do coração? @ Mhas Perspectivas
todos (os solteiros claro) nos queixamos no quão difícil é iniciar um relacionamento hoje em dia.
eu ainda me lembro quando conhecia um rapaz e não o podendo adicionar no Facebook, outra manhas havia para voltar a vê-lo. mas hoje em dia é número de telemóvel para cá, facebook para lá e há muita coisa que se passa entre o conhecer e o beijar. mas é quase tudo virtual.

"ele fez-me um like no post que publiquei há 1min atrás"
"recebi uma mensagem de boa noite... xD"
"ele comentou a minha foto!!!"

(suspiro)

até falar disto é difícil. por isso não me vou alongar (muito) mais.

antigamente (não que eu seja muito velha) um namoro quando se iniciava era uma coisa séria.
era tipo um contrato a termo incerto... havia um período de galanteio, de encostos e toques acidentais, olhares cruzados, todo um rol de coisas que dava mais alento ao que vinha a seguir...

hoje em dia?
somos todos apaixonados em regime de freelance, relacionamentos abertos para cá, one-night stands para lá e assim se vai passando o tempo. ou porque como diz a Ana estamos todos desencontrados:

ele queria uma coisa mais séria e eu não
ele queria sexo, eu queria abraços
ele queria-me a mim e à namorada ao mesmo tempo
eu não queria ninguém
eu queria alguém mas não aquele, nem o outro

e assim se vai passando o tempo.

por isso é que acho que até o amor já passa recibos verdes.
ao início até tens isenção de compromissos, mas à medida que passas cada vez mais recibos, reparas que são sempre prestações de serviços manhosas, solicitações feitas em cima do joelho e que afinal não te vão compensar assim tanto como parecia. não só isso mas, depois, o imposto que vais ter de pagar por um bocadinho de carinho e atenção transforma-te numa pessoa endividada. insegura. inerte.

precária no amor.
mais um bocadinho e ainda começamos todos a adquirir um seguro contra desgostos amorosos!

(nota-se muito a depressão pós-férias?)


Saturday, February 22, 2014

eureka - parte II

O que custa mais não é tanto lembrar - é não esquecer. O que é que se faz com o que nos fica na cabeça, quando já não há nada para fazer?
in O Amor é Fodido, Miguel Esteves Cardoso


parte I pode ser relida aqui


Friday, February 21, 2014

ainda não consigo perceber isto muito bem

Muito importante: as pessoas emocionalmente fortes aprenderam a perceber o poder que o cérebro tem sobre a mente e o corpo. Percebem que as emoções são reacções, não reacções a causas físicas directas, mas à forma como percepcionam essas causas. Por outras palavras, as nossas emoções não reflectem realidades, as nossas emoções reflectem a forma como interpretamos a realidade. Perceber isto dá-nos controlo quase absoluto das nossas emoções e portanto das nossas vidas.
mas fica aqui que hei-de cá voltar a ler com mais atenção...

o resto do artigo em português está aqui; o original em inglês está aqui.


Friday, February 14, 2014

música lamechas do dia

só para ser carneirinho e não deixar passar o dia em branco

(sim sim é pop, olha a novidade)

alguém duvida que esta música foi feita a pensar no namorado dela que morreu?


Wednesday, February 12, 2014

quero amor personalizado sff

vivemos rodeados de coisas que são todas programáveis e adaptáveis ao nosso estilo de vida, à nossa casa, aos nossos horários, à nossa vontade:

* a cozinha pode ser feita à medida, com os armários mais altos ou mais baixos. a abrir pra cima ou pro lado.
* o carro pode vir com os extras que nós queremos. ou não. temos é que ter dinheiro para os pagar.
* o telemóvel tem que ser aquele que dá para tirar fotografias e publicar online, ao mesmo tempo que consegue encontrar uma rua perdida em Lisboa e que ainda dê para instalar aquele jogo da Disney (maravilhoso!) que faz um crocodilo encontrar a sua água (para quem não conhece: Where's My Water).
* a cadeira no trabalho já vem com as especificações necessárias para ficar mais alta ou mais baixa. a secretária idem aspas aspas.
* vais ao ginásio e fazem-te um plano personalizado de treino, adaptado aquilo que informaste que queres fazer (perder peso? ganhar massa muscular? virar bisonte? etc.)
* a roupa que compramos: temos que escolher o nosso tamanho.
* a música que ouvimos é aquela com a qual nós nos identificamos. e se for uma música sugerida por outra pessoa, nem sempre conseguimos gostar dela da mesma forma, como se tivéssemos sido nós a encontrá-la.

ou seja, hoje em dia, há muito pouco que não seja personalizado. ou feito para ti.
ahhh peraaaaa! está-me a faltar uma coisa!...

....

as pessoas!
yah, as pessoas não são personalizáveis.
influenciadas? sim.
manipuladas? também.
mas pessoas personalizáveis não há.

e, mesmo assim, insistimos numa forma de personalização de pessoas.
porque só nos damos com aquelas que nos percebem, que se adaptam à nossa forma de pensar, que riem das nossas piadas, não é?

e quando o assunto é amor!? hummm?
pano pra mangas isto. voltarei entretanto, acho.


Wednesday, January 15, 2014

querer é poder?

quando pensei que já me tinha fartado desta música, eis que ela começa a tocar no meu iPod outra vez e fiquei rendida. como se fosse a primeira vez que a estava a ouvir. e é engraçado porque tem vindo a acontecer este fenómeno, em tudo.

por isso, a desgraça, comigo, está sempre em, à partida, não querer ou já não querer
(não querer ouvir, não querer escrever, não querer dançar, não querer sentir)

o problema começa quando quero...

quando quero é tramado deixar de querer.

somos todos tão iguais uns aos outros nestas coisas que até irrita!



Tuesday, December 31, 2013

lixado lixado é

aquelas coisas que metemos na cabeça porque sim
porque ninguém nos contraria
porque ninguém sabe que as pensamos

porque as pensamos e como achamos que são verdadeiras não as partilhamos
não as partilhamos porque achamos que todos acham igual a nós

porcaria de percepção de realidade que difere de pessoa para pessoa

e metemos aquelas coisas na cabeça e aquilo fica lá
agarrado tipo carraça - exactamente como uma carraça!
e dá um trabalhão encontrar estas coisas e tirá-la de nós

e a questão que se põe é
mas pkié que ela está lá mesmo????

porque foi uma coisa que metemos na cabeça !!!!!!

tudo bem, não precisamos de estar sempre a correr para os outros para validação
mas se não vociferarmos as nossas opiniões (as coisas que metemos na cabeça) então de lá é que elas não saem.

vá, não temos de, obrigatoriamente, vociferar...

know what I mean?

feliz ano novo!