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Monday, September 1, 2014
Wednesday, August 13, 2014
vou virar tartaruga
(só que não)
mas se isto continua assim, qualquer dia a carapaça é tão dura e tão grossa que nem um raiozinho de sol vai conseguir entrar.
mas se isto continua assim, qualquer dia a carapaça é tão dura e tão grossa que nem um raiozinho de sol vai conseguir entrar.
Tuesday, August 5, 2014
às vezes ainda dói
e depois, dói ainda para pior [isso existe?], porque sei que somos iguais em algumas coisas.
música por exemplo.
música por exemplo.
Saturday, July 26, 2014
ando e penso ao contrário
desde sempre.
o meu raciocínio ou é muito prático ou muito simples.
lembro-me perfeitamente de, quando fazia testes na faculdade e tinha que escrever muito que invariavelmente começava sempre por escrever a conclusão. mas sempre.
mesmo que eu quisesse escrever a introdução, pumba, saía-me logo a conclusão.
e cada vez mais me apercebo que muitas vezes não consigo ver o início de qualquer coisa porque vejo logo o fim. não quer dizer que esteja correcta, mas como vejo logo o fim, adequo as minhas atitudes a esse final previsto.
e depois não acontece nada, porque, para quê?
não vai acabar da forma que quero e não =P
o meu raciocínio ou é muito prático ou muito simples.
lembro-me perfeitamente de, quando fazia testes na faculdade e tinha que escrever muito que invariavelmente começava sempre por escrever a conclusão. mas sempre.
mesmo que eu quisesse escrever a introdução, pumba, saía-me logo a conclusão.
e cada vez mais me apercebo que muitas vezes não consigo ver o início de qualquer coisa porque vejo logo o fim. não quer dizer que esteja correcta, mas como vejo logo o fim, adequo as minhas atitudes a esse final previsto.
e depois não acontece nada, porque, para quê?
não vai acabar da forma que quero e não =P
Friday, February 21, 2014
ainda não consigo perceber isto muito bem
Muito importante: as pessoas emocionalmente fortes aprenderam a perceber o poder que o cérebro tem sobre a mente e o corpo. Percebem que as emoções são reacções, não reacções a causas físicas directas, mas à forma como percepcionam essas causas. Por outras palavras, as nossas emoções não reflectem realidades, as nossas emoções reflectem a forma como interpretamos a realidade. Perceber isto dá-nos controlo quase absoluto das nossas emoções e portanto das nossas vidas.mas fica aqui que hei-de cá voltar a ler com mais atenção...
Tuesday, February 18, 2014
Sunday, February 16, 2014
aprendi uma nova palavra
strife
strife [straIf]
nome
luta, briga, conflito, contenda, questão, discussão, porfia;
to be at strife with estar em conflito com
strife In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2014.
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/ingles-portugues/strife>.
as in romantic strife
Wednesday, February 12, 2014
quero amor personalizado sff
vivemos rodeados de coisas que são todas programáveis e adaptáveis ao nosso estilo de vida, à nossa casa, aos nossos horários, à nossa vontade:
* a cozinha pode ser feita à medida, com os armários mais altos ou mais baixos. a abrir pra cima ou pro lado.
* o carro pode vir com os extras que nós queremos. ou não. temos é que ter dinheiro para os pagar.
* o telemóvel tem que ser aquele que dá para tirar fotografias e publicar online, ao mesmo tempo que consegue encontrar uma rua perdida em Lisboa e que ainda dê para instalar aquele jogo da Disney (maravilhoso!) que faz um crocodilo encontrar a sua água (para quem não conhece: Where's My Water).
* a cadeira no trabalho já vem com as especificações necessárias para ficar mais alta ou mais baixa. a secretária idem aspas aspas.
* vais ao ginásio e fazem-te um plano personalizado de treino, adaptado aquilo que informaste que queres fazer (perder peso? ganhar massa muscular? virar bisonte? etc.)
* a roupa que compramos: temos que escolher o nosso tamanho.
* a música que ouvimos é aquela com a qual nós nos identificamos. e se for uma música sugerida por outra pessoa, nem sempre conseguimos gostar dela da mesma forma, como se tivéssemos sido nós a encontrá-la.
ou seja, hoje em dia, há muito pouco que não seja personalizado. ou feito para ti.
ahhh peraaaaa! está-me a faltar uma coisa!...
....
as pessoas!
yah, as pessoas não são personalizáveis.
influenciadas? sim.
manipuladas? também.
mas pessoas personalizáveis não há.
e, mesmo assim, insistimos numa forma de personalização de pessoas.
porque só nos damos com aquelas que nos percebem, que se adaptam à nossa forma de pensar, que riem das nossas piadas, não é?
e quando o assunto é amor!? hummm?
pano pra mangas isto. voltarei entretanto, acho.
* a cozinha pode ser feita à medida, com os armários mais altos ou mais baixos. a abrir pra cima ou pro lado.
* o carro pode vir com os extras que nós queremos. ou não. temos é que ter dinheiro para os pagar.
* o telemóvel tem que ser aquele que dá para tirar fotografias e publicar online, ao mesmo tempo que consegue encontrar uma rua perdida em Lisboa e que ainda dê para instalar aquele jogo da Disney (maravilhoso!) que faz um crocodilo encontrar a sua água (para quem não conhece: Where's My Water).
* a cadeira no trabalho já vem com as especificações necessárias para ficar mais alta ou mais baixa. a secretária idem aspas aspas.
* vais ao ginásio e fazem-te um plano personalizado de treino, adaptado aquilo que informaste que queres fazer (perder peso? ganhar massa muscular? virar bisonte? etc.)
* a roupa que compramos: temos que escolher o nosso tamanho.
* a música que ouvimos é aquela com a qual nós nos identificamos. e se for uma música sugerida por outra pessoa, nem sempre conseguimos gostar dela da mesma forma, como se tivéssemos sido nós a encontrá-la.
ou seja, hoje em dia, há muito pouco que não seja personalizado. ou feito para ti.
ahhh peraaaaa! está-me a faltar uma coisa!...
....
as pessoas!
yah, as pessoas não são personalizáveis.
influenciadas? sim.
manipuladas? também.
mas pessoas personalizáveis não há.
e, mesmo assim, insistimos numa forma de personalização de pessoas.
porque só nos damos com aquelas que nos percebem, que se adaptam à nossa forma de pensar, que riem das nossas piadas, não é?
e quando o assunto é amor!? hummm?
pano pra mangas isto. voltarei entretanto, acho.
Tuesday, February 11, 2014
Tuesday, February 4, 2014
cenas. e carraças.
Não me sabia, assim, tão
agarrada a ti.
E custa-me, ver onde estou, como estou, assim.
E custa-me, ver onde estou, como estou, assim.
Sinto-me como uma
carraça, escondida por entre os dedos do pé de uma criança para que ninguém me
encontre. Sei que me fazes mal e mesmo assim, continuo, agarrada a ti.
E estúpido, sinto-me carraça mas, na realidade, também sou a criança.
Porque continuo a demonstrar sinais de febre, tenho dores no corpo, choro desalmadamente e ninguém consegue solucionar o que se passa comigo.
Porque continuo a demonstrar sinais de febre, tenho dores no corpo, choro desalmadamente e ninguém consegue solucionar o que se passa comigo.
Sunday, February 2, 2014
juro que hei-de parar cos posts lamechas. eventualmente
mas é que
ou eu tenho um íman para estas coisas
ou então o universo está a querer dizer-me qualquer coisa.
(e eu não quero ouvir, claramente)
porque parece que, nestes dias, as músicas que eu suporto ouvir
são todas iguais ou com o mesmo tipo de mensagem.
(porque senão deixava de ouvir estas músicas)
/facepalm
by the way, esquecendo o facto do significado emocional das músicas, para mim, a miúda canta mesmo bem! e compõe e tudo o mais. uma alegria. quando for grande também quero ser assim.
bom domingo!
Tuesday, January 28, 2014
vira o disco e toca o mesmo...
e após tantos anos de ouvir as músicas do Paolo, apercebi-me que nunca tinha olhado muito bem para a cara dele até hoje. o sotaque é um must. em 2007 era um menino, que é feito dele agora?
vou procurar!
Friday, January 24, 2014
qd os outros ecoam os meus próprios pensamentos#6
afinal, sou fraquinha, fraquinha...
alguém aí sabe a fórmula de cimento inquebrável, intransponível, in-tudo!?
Wednesday, January 22, 2014
Tuesday, December 31, 2013
lixado lixado é
aquelas coisas que metemos na cabeça porque sim
porque ninguém nos contraria
porque ninguém sabe que as pensamos
porque as pensamos e como achamos que são verdadeiras não as partilhamos
não as partilhamos porque achamos que todos acham igual a nós
porcaria de percepção de realidade que difere de pessoa para pessoa
e metemos aquelas coisas na cabeça e aquilo fica lá
agarrado tipo carraça - exactamente como uma carraça!
e dá um trabalhão encontrar estas coisas e tirá-la de nós
e a questão que se põe é
mas pkié que ela está lá mesmo????
porque foi uma coisa que metemos na cabeça !!!!!!
tudo bem, não precisamos de estar sempre a correr para os outros para validação
mas se não vociferarmos as nossas opiniões (as coisas que metemos na cabeça) então de lá é que elas não saem.
vá, não temos de, obrigatoriamente, vociferar...
know what I mean?
feliz ano novo!
porque ninguém nos contraria
porque ninguém sabe que as pensamos
porque as pensamos e como achamos que são verdadeiras não as partilhamos
não as partilhamos porque achamos que todos acham igual a nós
porcaria de percepção de realidade que difere de pessoa para pessoa
e metemos aquelas coisas na cabeça e aquilo fica lá
agarrado tipo carraça - exactamente como uma carraça!
e dá um trabalhão encontrar estas coisas e tirá-la de nós
e a questão que se põe é
mas pkié que ela está lá mesmo????
porque foi uma coisa que metemos na cabeça !!!!!!
tudo bem, não precisamos de estar sempre a correr para os outros para validação
mas se não vociferarmos as nossas opiniões (as coisas que metemos na cabeça) então de lá é que elas não saem.
vá, não temos de, obrigatoriamente, vociferar...
know what I mean?
feliz ano novo!
Monday, December 23, 2013
Friday, December 13, 2013
Thursday, December 12, 2013
ainda sobre The Shadowboxers
sei que gosto mesmo de um artista quando dou por mim a cantar uma música do mesmo em pleno Dolce Vita Tejo... e eu estou rouca, por isso, imaginem o belo espectáculo...
podem só ir ouvir esta, podem?
Thursday, August 29, 2013
uma calma aparente (parte II)
e a conversa toda por causa do chiller tinha que ver com outra coisa...
uma analogia. cliché, mas analogia. e como não encontrei formas de explicar a sensação pelas minhas próprias palavras, encontrei-as nas palavras de outro: Affonso Romano de Sant'Anna (obrigada Ana!)
ou seja, para quem olha de fora, muitas vezes não desconfia, porque, lá estou eu, imóvel, encostada à parede na varanda, de olhos fechados... a apreciar o sol. a sentir os efeitos do chiller no edifício. e por dentro? por dentro toda eu tremo.
uma analogia. cliché, mas analogia. e como não encontrei formas de explicar a sensação pelas minhas próprias palavras, encontrei-as nas palavras de outro: Affonso Romano de Sant'Anna (obrigada Ana!)
Às vezes, pequenos grandes terremotos
ocorrem do lado esquerdo do meu peito.
Fora, não se dão conta os desatentos.
Entre a aorta e a omoplata rolam
alquebrados sentimentos.
Entre as vértebras e as costelas
há vários esmagamentos.
ou seja, para quem olha de fora, muitas vezes não desconfia, porque, lá estou eu, imóvel, encostada à parede na varanda, de olhos fechados... a apreciar o sol. a sentir os efeitos do chiller no edifício. e por dentro? por dentro toda eu tremo.
Tuesday, August 27, 2013
alguém me pode dizer
qual é a lei da atracção que diz que quanto mais comprometidos os homens são, mais pica dá às mulheres de irem na conversa deles?
não percebo.
se é comprometido, risca. passa à frente.
não?
não percebo.
se é comprometido, risca. passa à frente.
não?
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