“Make sure you have multiple streams of income. I cannot stress that enough. You need money coming in from several different places. Etsy is only one part of a large equation.”
Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar.
Studying Corporate Strategy: "Diversification is like sex: its attractions are obvious, often irresistible. Yet, the experience is often disappointing" - Question: should I cite this in the exam?
O que custa mais não é tanto lembrar - é não esquecer. O que é que se faz com o que nos fica na cabeça, quando já não há nada para fazer?
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"What" and "If" are two words as non-threatening as words can be. But put them together side-by-side and they have the power to haunt you for the rest of your life: What if? What if? What if?
I don't know how your story ended but if what you felt then was true love, then it's never too late. If it was true then, why wouldn't it be true now? You need only the courage to follow your heart. I don't know what a love like Juliet's feels like: love to leave loved ones for, love to cross oceans for, but I'd like to believe if I ever were to feel it, that I'd have the courage to seize it. And Claire, if you didn't, I hope one day that you will. All my love, Juliet"
Qualquer pessoa que leia isto vai perguntar-se: mas como é que tu andaste/continuaste com ele? Não sei. Não sei que espécie de loucura momentânea me deu mas estive com ele mais dois meses, até sair do emprego.
Sim, eu posso ter sido a outra, a que o fez trair a mulher mas sou eu que estou devastada, que me despedi do emprego onde era alguém para conseguir deixá-lo e que o deixei melhor do que estava antes.
Fui eu que fiquei com a vida no fosso, com o orgulho de rastos, com as feridas em carne viva.
Recompus a minha postura, mostrei-te as minhas costas, dei-te o meu desprezo, fingi-te a minha indiferença para não te dar tudo o que sou, para não te vangloriares nas minhas lágrimas, para não saberes que, todo este tempo, estiveste em mim e eu não tive como me separar de ti. Pertenço-te… mas não quero pertencer-te.
"Pensou na rapariga de rabo de cavalo preto e no suave contacto do corpo dela com o seu, quando o solavanco do comboio a atirou contra ele. Ensaiou o incidente mil vezes em pensamento, variando e aperfeiçoando a sua reacção a cada ensaio, até inventar gradualmente um relacionamento que desabrochava desse encontro, ainda por cima com a vantagem de a rapariga ir num compartimento reservado só para ela, que o convidou a partilhar e onde passaram a noite a conversa até ela ter adormecido com a cabeça no seu ombro e o comboio ter avariado em Mannheim e o grupo do colégio ter acabado por ir para Heidelberg em vez de Innsbruck e..."